Às vezes na mais pura e lúdica travessura.
Eu consigo ser ainda mais criança do que fui.
Todas as marcas nunca vão desaparecer.
Todas as marcas nunca vão desaparecer.
Na verdade sou ainda uma menina.
Engatinhando no tapete de sonhos.
Correndo riscos e querendo crescer.
Quando é preciso correr eu caminho devagar.
Antes de correr eu brinco com a vida.
Abro baús e arcas e entro nos contos de fadas.
Borboleteio nas minhas ilusões.
O tempo que já não é tão lento.
Empurra-me como um vento bravo.
Parece estar contrariado com o riso na minha face.
Eu faço travessuras e mantenho a alma calma.
E cochilo com paciência, mas nada amenizo.
No entanto brinco. Sou travessa.
Essa coisa toda minha sou eu em mim.
E a menina em mim é a minha deusa interior.


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