domingo, 8 de julho de 2012

LABIRINTO DE EMOÇÕES












A beleza da mulher não se esconde no corpo adolescente.
Não se define pelas roupas que marcam o corpo.
E também não está na imagem jovem que ela tem.
A beleza da mulher não está nos seus cabelos.
A beleza da mulher não está na sua pele.
Com o passar dos anos a mulher perde a pressa de amar.
Ela se apaixona pela vida e desenvolve naturalmente o instinto materno.
Ela se humaniza com tanto amor que explode no seu infinito.
A beleza da mulher não está na forma como ela sorri.
E não está na maneira como ela se movimenta.
Não está na forma em que ela beija ou abraça.
A beleza da mulher não consiste no jeito que ela toca.
Nem no alimento cheio de sabor e cheiro que ela prepara.
E não está na maneira como ela realiza artesanatos.
A beleza da mulher não está na maneira como ela conversa.
Nem na sensualidade que ela despe.
A beleza da mulher está no seu coração.
Esta na forma como ela consegue amar e ser altruísta.
E está na forma criativa que ela reinventa seus sonhos.
Está no cuidado que ela tem pelas outras pessoas.
A beleza da mulher se deixa transparecer pelo olhar.
E está presente na paixão que ela demonstra em tudo o que faz.
A beleza da mulher está na alma.
Pode ser contemplada pelos seus olhos.
Os olhos da mulher são as portas do seu infinito.
Eles são as passagens brilhantes para o seu coração.
Com o passar do tempo a beleza da mulher cresce, evolui.
Ela fica mais madura, mais confiante, mais feminina, mais mulher.
O tempo faz florescer de dentro para fora a beleza da mulher.
Porque a mulher é como um labirinto de emoções.
Um homem pode tentar decifrar e se perder.




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